Delfina Macuácua foi a grande vencedora da fase nacional do Concurso Mundial de Língua Chinesa para estudantes universitários, denominado “Chinese Bridje” (Ponte Chinesa), promovido pelo Instituto Confúcio da UEM, cuja final teve lugar na Quarta-feira (27/05), em Maputo. O segundo lugar coube à estudante Lina da Belmira.
Além de prémio como uma Smart TV de 75 polegadas, a vencedora garantiu o direito de representar Moçambique na final mundial do concurso, que terá lugar na República Popular da China.
Delfina destacou-se entre os dez concorrentes que disputaram a grande final, composta por quatro categorias: prova escrita, discurso temático, demonstração de talento cultural chinês e perguntas de conhecimento geral sobre a cultura e a língua chinesas.
Visivelmente emocionada, a vencedora descreveu o momento como sendo de enorme alegria, sobretudo por ter conseguido superar os desafios enfrentados durante os primeiros dias de preparação. “A determinação foi a minha receita para a vitória. No ano passado, participei no concurso e não ganhei. Por isso, este ano, vim muito mais determinada a vencer e consegui”, afirmou.
Após vencer a fase nacional, Delfina Macuácua prepara-se intensamente para representar o país na China e promete uma actuação de destaque para honrar Moçambique na competição internacional.
Na ocasião, a Embaixadora da China em Moçambique, Zhen Chuan, destacou as históricas e excelentes relações de cooperação entre os dois países, reforçadas, este ano, com a recente visita do Presidente da República, Daniel Chapo, à República Popular da China.
A diplomata explicou que o Concurso Mundial de Língua Chinesa celebra já 25 anos de existência, contribuindo, significativamente, para a aproximação entre jovens chineses e estudantes de várias partes do mundo, promovendo o aprofundamento da amizade, da confiança e da cooperação entre os povos.
O concurso “Chinese Bridge” (Ponte Chinesa) foi concebido para promover a língua e a cultura chinesas a nível internacional.
Por sua vez, o Reitor da UEM, Prof. Doutor Manuel Guilherme Júnior, afirmou que o concurso tem ido muito além da promoção e avaliação de talentos, constituindo-se como um verdadeiro catalisador do intercâmbio cultural e do fortalecimento da amizade entre a República Popular da China e o mundo, incluindo Moçambique.
O Reitor recordou ainda o excelente desempenho de Moçambique nas fases mundiais do concurso, particularmente nos anos de 2023, 2024 e 2025, períodos em que os representantes do país alcançaram lugares de destaque no pódio.
Além de certificados de participação e medalhas, os dez finalistas receberam diversos prémios, com destaque para uma motorizada de 50cc de cilindrada, atribuída ao segundo classificado, e geleiras de duas portas para os restantes participantes.
