O Prof. Doutor Manuel Zimba, Director dos Serviços de Documentação da UEM, foi, recentemente, eleito Presidente do Comité de Gestão do Repositório Científico de Moçambique (RECIMO), uma plataforma dedicada à gestão, armazenamento, preservação, disseminação e acesso à produção científica nacional.
O RECIMO reúne objectos digitais resultantes das actividades de ensino, investigação, extensão e inovação desenvolvidas pelas Instituições de Ensino Superior e de Investigação Científica do país, constituindo-se como um importante instrumento para a valorização e difusão do conhecimento científico produzido em Moçambique.
Durante a cerimónia de investidura, a Ministra da Educação e Cultura, Prof.ª Doutora Samaria Tovela, destacou que a criação do RECIMO e a aprovação do respectivo Regulamento pelo Governo representam um compromisso inequívoco do Estado moçambicano com a democratização do acesso ao conhecimento e com a promoção da investigação científica como um factor estratégico para o desenvolvimento nacional.
Segundo a governante, o RECIMO afirma-se como uma plataforma fundamental para aumentar a visibilidade da produção científica nacional, promover o acesso aberto ao conhecimento, fortalecer a cooperação entre instituições e reforçar a presença de Moçambique na comunidade científica internacional.
Na ocasião, a Ministra exortou os membros do Comité de Gestão a assegurarem a orientação estratégica e normativa do repositório, garantindo a sua operacionalização eficiente e o funcionamento adequado dos mecanismos de gestão, preservação e disponibilização da produção científica nacional.
O Prof. Doutor Manuel Zimba agradeceu a confiança nele depositada e manifestou o seu compromisso de trabalhar em estreita colaboração com os membros do Comité e as instituições parceiras para consolidar o RECIMO como uma referência nacional na gestão e disseminação da produção científica.
“Assumo esta responsabilidade com elevado sentido de missão. O nosso desafio é fortalecer o acesso aberto ao conhecimento científico produzido em Moçambique, promover uma maior integração entre as instituições de ensino superior e investigação e garantir que os resultados da investigação nacional estejam cada vez mais acessíveis à sociedade e à comunidade científica internacional”, afirmou.

